segunda-feira, 4 de junho de 2012

"Asólidão no mar'




A solidão no mar

Mar! Sublime.
Sobre o teu lençol
deito-me.
Com o olhar
perdido a contempla o infinito...
Vejo emergir o
sol que parece a encontra-se com mar.
As ondas serpenteiam,
trazendo espuma branca.
 o vento batendo em mim parece murmurar.
Desenhei o teu
rosto na areia... Mas a onda apagou, e fez nascer em mim,
 Lembranças de felizes dias de outrora.
Nós dois
deitados na areia da praia.
 As águas vinham nos banhar.
São recordações
que hoje mim faz torturar.
As lagrimas se
confundem e misturam-se com o
sabor das águas do mar.
Silencio profundo... Penso
em te...
Negro foi o
anjo que te levou!
Olhado a imensidão
do mar! No meu desespero grito!
Oh!  Meu anjo vem, vem me fazer companhia.
Mas, ao te ver,
sinto amargura,
Teus olhos que
antes falavam de amor,
 Hoje espiram tristeza.
Teu olhar inebrio
perdido no horizonte,
Por mais que
tentes negar.
Tentas fingir
alegria, mais teu olhar está cheio de melancolias...
Mesmo no meio
da multidão, sentes solidão.
Inebriantes lembranças
te cercam. Saudades te matam.
És como um
barco a deriva no mar.
Em outras praias
te deitas.
 Mais o bramido do mar é revolto.
 Não tem o langor das brisas, que vinham teus pés
beijar.
Hoje, só
restara à solidão, saudades e as doces lembranças!
Lembranças dos
dias felizes...
 Que juntos passamos na beira do mar

Eunice.prado 2008

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