“Fênix
“
Como
fênix das cinzas eu ressurgi.
Da vida pasmada eu mim ergui,
Novamente tudo acabou como tudo acaba quase sem
queremos
E
torna a renascer, esse é o circulo da vida. O dia vai a noite vem.
E
de novo o daí se acaba para um novo dia nascer.
Existe
amor?
Eis
a questão. Ou será um truque que a mãe natureza criou.
Especificamente,
para a procriação?
Que
sentimento avassalador é esse?
Que
nos faz perder a razão?
Ao
chegar nos faz brilhar.
Como
uma rosa no momento de seu, mais alto esplendor,
Embelezando
a vida exalando seu aroma.
Encanta-nos
com sua beleza e seu perfume.
E
aos nos deixar!
Faz
nos murchar, como uma flor colhida sem
Vida
e sem cheiro jogado ao Léu.
O
que era contentamento agora se transforma em
Tormento.
O
que era alegria virou agonia.
Quando
tudo se acabou.
Como
a fênix! De novo eu me recolhi,
E
deixarei o tempo passar,
E
tudo em mim sare. Para que das cinzas eu possa,
Novamente retornar. e .c. prado
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