quarta-feira, 6 de junho de 2012


“Fênix “
Como fênix das cinzas eu ressurgi.
 Da vida pasmada eu mim ergui,
 Novamente tudo acabou como tudo acaba quase sem queremos
E torna a renascer, esse é o circulo da vida. O dia vai a noite vem.
E de novo o daí se acaba para um novo dia nascer.
Existe amor?
Eis a questão. Ou será um truque que a mãe natureza criou.
Especificamente, para a procriação?
Que sentimento avassalador é esse?
Que nos faz perder a razão?
Ao chegar nos faz brilhar.
Como uma rosa no momento de seu, mais alto esplendor,
Embelezando a vida exalando seu aroma.
Encanta-nos com sua beleza e  seu perfume.
E aos nos deixar!
Faz nos murchar, como uma flor colhida sem
Vida e sem cheiro jogado ao Léu.
O que era contentamento agora se transforma em
Tormento.
O que era alegria virou agonia.
Quando tudo se acabou.
Como a fênix! De novo eu me recolhi,
E deixarei o tempo passar,
E tudo em mim sare. Para que das cinzas eu possa,
 Novamente retornar. e .c. prado



Nenhum comentário:

Postar um comentário