sexta-feira, 6 de julho de 2012

Eterno desencontro




Eterno Desencontro

Este é o meu
dilema...

Ao sair não
á vejo...

Depois volto
do meu percurso, mais...

 Ela já não estar...

Pois como eu,
ela tem que ir,

O seu
percurso cumprir...

E de longe
com sua beleza, a mim contagiar.

Vivo
apaixonado por ela, mais longe tenho que ficar.

Quando ela
lança seu feitiço, tudo se ilumina.

 Tudo se tornam mistério, e todos podem sentir.


Fomos
designados e ordenados a assim existir.

 Bailando soltos neste vaco da imensidão.

Sou formoso,
mais quando mim olhas, franzis - te o rosto.

Com ela é
diferente....

Todos que á
olham se admiram e se apaixonam.

Mesmo com o
céu salpicados de estrelas, todas com suas raras belezas.

Mais não vejo
nelas, a magnitude da formosura que há em ti.

Há dias que
te escondes... Procuro-te e não a vejo.

 Depois... Tímida... Começas a sair.

Aos pouco, te
mostras.

Um pouco Inibida
mostra-te ao meio.

Quando acaba
a inibição, mostra-te, num imenso clarão. 


Fulguras com
todo o teu esplendor.

 Em quanto eu, sozinho para outro alado vou.

 E nesta eterna solidão, Indeterminável é o
tempo, e o tempo todo na mesma repetição.

De longe
fico a te olhar, nesta imensa vastidão.

E tu, a
todos a encantar com tua exuberância e formosura.

 A todos inebrias, de paixão e ternura.

 Por tua esplêndida singeleza.

 Todos querem-te namorar.

Mais todos são
como eu.

Nós não
conseguimos te tocar.

Sou eu, o
sol, apaixonado pela a lua. Eunice prado 17/06/2012
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