
Eterno Desencontro
Este é o meu
dilema...
Ao sair não
á vejo...
Depois volto
do meu percurso, mais...
Ela já não estar...
Pois como eu,
ela tem que ir,
O seu
percurso cumprir...
E de longe
com sua beleza, a mim contagiar.
Vivo
apaixonado por ela, mais longe tenho que ficar.
Quando ela
lança seu feitiço, tudo se ilumina.
Tudo se tornam mistério, e todos podem sentir.
Fomos
designados e ordenados a assim existir.
Bailando soltos neste vaco da imensidão.
Sou formoso,
mais quando mim olhas, franzis - te o rosto.
Com ela é
diferente....
Todos que á
olham se admiram e se apaixonam.
Mesmo com o
céu salpicados de estrelas, todas com suas raras belezas.
Mais não vejo
nelas, a magnitude da formosura que há em ti.
Há dias que
te escondes... Procuro-te e não a vejo.
Depois... Tímida... Começas a sair.
Aos pouco, te
mostras.
Um pouco Inibida
mostra-te ao meio.
Quando acaba
a inibição, mostra-te, num imenso clarão.
Fulguras com
todo o teu esplendor.
Em quanto eu, sozinho para outro alado vou.
E nesta eterna solidão, Indeterminável é o
tempo, e o tempo todo na mesma repetição.
De longe
fico a te olhar, nesta imensa vastidão.
E tu, a
todos a encantar com tua exuberância e formosura.
A todos inebrias, de paixão e ternura.
Por tua esplêndida singeleza.
Todos querem-te namorar.
Mais todos são
como eu.
Nós não
conseguimos te tocar.
Sou eu, o
sol, apaixonado pela a lua. Eunice prado 17/06/2012
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