sábado, 22 de setembro de 2012

Ninguém gosta de mim
Eu vivo nas entranhas escondida.
 Vez quando estou a me mostrar.
Logo, logo sou contida.
  Faço a dupla função...
As minhas aparições é
Nas horas das doces ilusões e amargas desilusões.
 No contentamento e no desapontamento.
 Sou amiga, dos:
Dissabor rés, das dores, tristeza, solidão e desesperos...
E também sou irmã da:
Alegria, da saudade, em fin.
De tudo que envolvem a emoção...
Sempre que eu apareço...
 Mesmo na maior fragilidade, raramente falta, alguém, o que para me reprimir.
É como se não vele se apenas o meu existir.
Mas eu sou tão necessária...
O quanto você não pode nem imaginar.
Em meio à multidão ou na solidão.
Em qualquer momento, que eu apareço, ou em qualquer lugar, não importa a quem, eu só faço o bem.
E quando eu escorro no teu rosto você fica melhor.
O meu nome é lindo, mas é muito tristonho...
 Você pode ate disfarçar!...
E logo vem aquela...
Velha expressão!
Há!...
Oh!
Que foi?
É somente uma lagrima em teu rosto a rolar.
A lubrificar os teus olhos, e tua dor amenizar.
Eunice prado 2012-09-22


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