quinta-feira, 6 de setembro de 2012

para os jovens


 
                      Para o tempo não hã desculpa
Dois jovens todos os dia saião para o seu trabalho.
 Esqui no caminha havia um senhor a pedir esmola.
 Todas as vezes que eles passavam, o velho lhes dizia:
Dei-me uma esmola pelo o amor DEUS!
E eles conversando não percebiam!
 E nem tão pouco pensas que aquele velho já fora moço também.
Entes tidos!
Não escutava o velho a lhes pedir a esmola...
 Eles sempre conversavam sobre tudo.
Negócio, carros, mulheres e bebida.
E o principal assunto para eles, era adi versão.
Para eles, o tempo não passava a velhice não chegava o imprevisto não aconteceria.
Para ele o importante era brincar, brincar, e brincar.
Sem se importa com o que poderia acontecer amanham.
Tinham muitos amigos e quando se juntavam diziam comamos e bebamos vamos raiar.
E o tempo passa do e sem pedir licença vai levando tudo!
Principalmente a nossa juventude.
Um dia um dos jovens perdeu o seu emprego;
 E ele já não era tão jovem assim.
Ele tinha muitos planos em sua cabeça, mas era só na cabeça;
Pensava mil coisas, mas não executava nem uma.
E o tempo passando, e ele não percebera ainda a cilada que o próprio tempo armara.
O tempo passou, o progresso chegou e com ele a modernidade a tecnologia. Maquinas que muitas dispensavam o trabalho humano.
A escassez de emprego aumentando.
A seleção faz-se mais rigorosa a cada dia. 
Só tem chances aqueles que estavam capacitados para exercer, e desenvolver algo que muitas das vezes estão ate alem de suas expectativas. Mesmo para os que estavam devidas mente preparados tinha que ficar em espera.
Como fica um que não tem aptidões?
Hoje a maioria dos jovens precisa ser feitorados.
Um dia ele entrou para alista dos desempregando.
 E começou apensar!
O que farei?
Há vou procurar outro emprego!
Como vou fazer meu currículo? 
Que qualificações  botarei? 
Eu não tenho nem um diploma!
E o tempo passado, o dinheiro acabando, os amigos sumidos.
Pensava ele é gora escuto a voz da razão!
Tenho que botar meus pés no chão e correr.
Tenho que fazer alguma coisa enquanto há um restinho de tempo, pois eu já não sou tão jovem assim.
 Implorava ele DEUS mim der outra chance!
Tentou fazer de tudo, mais não tinha dinheiro para abrir o seu próprio negocio! Pensava... E. Pensava.
 Há! Se eu tivesse guardado um pouco!
Mas não guardei.
 Um dia ele sai à procura de emprego se deparou com os obstáculos nãotinha diploma, mas tinha competência.
Realmente ele tinha experiência, mas não tinha oportunidade para prova-las.
E andara, andara, sem perceber parou bem na frente daquele velho.
Ele, confuso e decepcionado;
Quando escutou aquela voz roca quase sem som, que dizia:
 Dei-me uma esmola pelo amor de DEUS.
Ele meteu a mão no bolso, e tirou uma moeda e deu ao velinho,
E cansado de tanto andar, sentou-se do lado do velho e começou a chorar.
E o velinho, percebera que as lagrimas lhes caiam, perguntou lhe.
 O que tens meu filho?
Sei que eu  não sou ninguém como você ver!
Sei que não posso te ajudar, mas se quiseres desabafar?
 Posso te ouvir.
Ele em soluços disse: Eu estou quase em desespero meu velho, perdi o meu emprego!
E o pior é que eu não me preparei para vida.
Tive muitas oportunidades e não fiz nada.
Quando eu as tive, não as dei valo.
Hoje eu estou arrependido, mas arrependimento tarde é igual a nada.
 Eu brinque com o tempo, e hoje é o tempo quem brinca comigo.
Mas eu vou correr e tentar mudar a minha sorte, no pouco tempo que há.
Pois só agora é que percebo o quanto...
 Mas vou lutar com todas as minhas focas.
Pois eu não quero correr o risco, o risco que á, de vir parar aqui e ocupando  este lugar. DEUS mim ajude. Eunice prado05/ 2005


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