Rio Parnaíba! Oh velho monge?
Velho monge...
Velho sim!
Porque a milhares de anos nascertes.com
imponentes...
Vives a descansar entre os seios de duas lindas
princesas!
De um lado acriança Timon...
Do outro a bela Teresina menina!
Vos não as separa, mas sim as unem estas duas beldades.
Nos teus bancos de arreias sobre o sol, ou os
raios de luar!
Ar
sempre alguém a desfrutar, a se deleitar a debulha murmuras de amor!
Ou suas mágoas
a chorar...
Tu sufocado com suas águas caudalosas e pelo o
descaso e abandono dos filhos que criastes...
Hoje tens obstá-los que se interpunha...
Gritas por socorro... Na esperar que possam
ver sua grandeza...
Suas margens
abrigam-se os, mas belos arbustos que os seus galhos deita-se sobre te.
Vivem a se deliciar-se, com o frescor de seu
fluxo.
Nas mancas águas vivem milhares de vidas...
Para toda
a fome saciar.
Ao encontra-se com teu irmão o “Poti” vossas águas
se juntam...
e juntos
propiciam uma bela visão.
Quem olha sente vontade de em ti mergulhar... e
abrandar.... o calor abrasador...
De um sol que brilha em um céu límpido e azul.
O calor ardoroso dos filhos dessa terra amada e
banhada por ti.
“Parnaíba oh velho monge “nome ou renome”“.
Não importa como te chamem...
Sei que só queres viver aqui por mais milhares
e milhares de anos.
Eunice prado 082007



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