terça-feira, 23 de outubro de 2012


Rio Parnaíba! Oh velho monge?
Velho monge...
Velho sim!
Porque a milhares de anos nascertes.com imponentes...
Vives a descansar entre os seios de duas lindas princesas!
De um lado acriança Timon...
Do outro a bela Teresina menina!
Vos não as separa, mas sim as unem estas duas beldades.
Seus filhos vivem a se a usufruir - se do seu leito, pois nascentes para o seus deleteis!
Nos teus bancos de arreias sobre o sol, ou os raios de luar!
 Ar sempre alguém a desfrutar, a se deleitar a debulha murmuras de amor!
 Ou suas mágoas a chorar...
Tu sufocado com suas águas caudalosas e pelo o descaso e abandono dos filhos que criastes...
Hoje tens obstá-los que se interpunha...
  Gritas por socorro... Na esperar que possam ver sua grandeza...
 Suas margens abrigam-se os, mas belos arbustos que os seus galhos deita-se sobre te.
Vivem a se deliciar-se, com o frescor de seu fluxo.
Nas mancas águas vivem milhares de vidas...
 Para toda a fome saciar.
Ao encontra-se com teu irmão o “Poti” vossas águas se juntam...
 e juntos propiciam uma bela visão.
Quem olha sente vontade de em ti mergulhar... e abrandar.... o calor abrasador...
De um sol que brilha em um céu límpido e azul.
O calor ardoroso dos filhos dessa terra amada e banhada por ti.
“Parnaíba oh velho monge “nome ou renome”“.
Não importa como te chamem...
Sei que só queres viver aqui por mais milhares e milhares de anos.
Eunice prado  082007



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