Quando
estamos a dois, embriagados pelo desejo só escutamos os sons de nós mesmos...
Ficamos
surdos aos restos...
Ao
resto do mundo.
Como
se nada além de nós não existisse...
Mas...
Uns
que gritam, cantam, murmuram...
E
outros ah lamentam-se...
Inertes
pela a solidão.
A
dor traspassa lhe o peito.
Um
nó na garganta não deixa falar...
As lagrimas no rosto não lhes deixam ver.
Pensativos...
Amargurados:
Sem amor sem alento...
Somente
a dor sem medida sulfocante, que lhes dão vontade de morrer.
Eunice
prado
2012-11-30

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