terça-feira, 11 de dezembro de 2012

frenesi



Quando deita -se- ei em meu colo, com toda impetuosidade.
 Eu, só quero ouvir a fúria do som do pulsa do teu coração;
 Abater descompassada mente;
Sucumbido pela a violência do ansejo.
 Em volto em teus braços;
 A suspirar,
ofegante, como se o teu coração,
 Estivesses a explodir no teu peito;
Em uma súbita e louca inquietação.
Com um frenesi de desejos...
E tua boca sussurrando docemente;
 Palavras de amor.
Direi, a te ardente mente, te amo.
Eunice prado 2012-12-11




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