A arrogância falou para a modéstia!
-Há, Eu sou o Maximo...
-Você modéstia é parada de mais...
Comigo é assim, eu faço e aconteço.
- A modéstia pensou e disse:
Eu não tenho capacidade de criar
nada.
Só quando eu tenho ajuda divina é que sai
alguma coisa.
Mas longe de me dizer que, é competência
minha.
A arrogância cheia de - se...
Há! Não, pois eu sou bom em tudo...
Tanto faz...
Ou seja, de qual quer lado que eu
estiver...
Tanto mal como o bem, eu apareço.
A sensatez que esta a escutar.
Replicou:
Modéstia como você pode deixa a
arrogância ai á esnobar?
-Não foi você que criou aquelas
lindas artes e poemas?
Inventou e fez tantas descobertas
maravilhosas!
- A modéstia respondeu:
Eu, não.
Todas as poesias e todas as coisas...
Sempre existiram...
E sempre estiveram lá...
Eu não tenho, nem um credito.
Elas estão armazenadas somente,
Nas memórias de grandes intelectos...
Esperando, que eles acordassem de
seu sono profundo...
E liberta-se da inércia...
Quem sou eu, para ter o poder de
criar...
Somente a sabedoria é quem é capaz
de tanta proeza.
Eu sou apenas uma expectadora, a sabedoria é
que é um instrumento nas mãos abes do criador.
Quem derá que eu estivesse encrsa neste meio.
Quem derá que eu estivesse encrsa neste meio.
Eunice prado
2013-01-16
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