O rei, com seu manto.
Brilhante retira-se.
Para, mais uma jornada.
Em outro lugar.
Logo o manto negro da noite cai.
A calmaria e esplendor
Tomam conta do momento.
Então deito-me
Na relva para apreciar,
O tempo.
E a beleza do firmamento,
Chama-me atenção.
E
na fulgência eu...
Fico maravilhada
Com todo deslumbramento.
Com o crepúsculo.
As
estrelas parecem fulgura, mais...
E ficam a cintilar,
Com se estivassem a me chamar.
É mágico...
E
nós dois deitados com o
Céu salpicado de
Esferas de plasma a brilhar.
Temos a suave brisa ah nós acariciar.
O cheiro do vento que,
As lagrimas das nuvens
Que outrora cairá e purificaram o ar.
E
sóis, amamos – nos,
Sem testemunhas...
Somente a resplandecência
Dos astros a nos contempla.
E nós somos concertos pela,
noite e seu manto negro.
E nós somos concertos pela,
noite e seu manto negro.
Eunice prado
2013-01-02.
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