quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

o manto negro


O rei, com seu manto.
 Brilhante retira-se.
 Para, mais uma jornada. 
Em outro lugar.
Logo o manto negro da noite cai.
A calmaria e esplendor 
Tomam conta do momento.
Então deito-me 
Na relva para apreciar,
O tempo.
E a beleza do firmamento, 
Chama-me atenção.
 E na fulgência eu...
Fico maravilhada 
Com todo deslumbramento.
Com o crepúsculo.
 As estrelas parecem fulgura, mais...
E ficam a cintilar, 
Com se estivassem a me chamar.
É mágico...
 E nós dois deitados com o 
Céu salpicado de 
Esferas de plasma a brilhar.
Temos a suave brisa ah nós acariciar.
O cheiro do vento que,
 As lagrimas das nuvens
Que outrora cairá e purificaram o ar.
 E sóis, amamos – nos, 
Sem testemunhas...
Somente a resplandecência 
Dos astros a nos contempla.
E nós somos concertos pela,
  
noite e seu manto negro.

Eunice prado
2013-01-02.

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