No
suplicio da saudade,
a lentidão do tempo a passar.
Ah
angustia da alma, ah delirar;
A esperança, ah te desafiar;
O temor ah atormentastes.
Segundos parecem, minutos;
Minutos, parecem horas;
Horas, parecem dias.
E começam um desfiar
de lamentações.
A te o céu parece que perdeu...
Tudo se tornou nebuloso e...
E nada faz mais...
Nada
tem mais vida;
O chão virou um abismo;
Somente quando, a luz
dos teus olhos, me
iluminarem;
Então, só então tudo voltará,
a ter sentido.
A
agonia, o suplício da saudade!
Ah!Eles se dispersariam.
Eunice prado2013-03-06
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