segunda-feira, 1 de julho de 2013

o destino



 O destino às vezes nos...
Embora que o destino pertença a todos  
A uns ele abre os braços e os acaricia.
A outros ele simplesmente atura.
 Tem uns que outrora ele repele.
O que fazer pra você me aceita?
Se, nada eu sou.
Quisera eu, ser...
Quisera eu, criar.
Mas sou criatura criada.
Não sou mais do que um átomo neste infinito tão bonito.
Quisera ser como a mãe terra que sustenta e nos alimenta.
 Ou a rosa que perfuma o ar.
A própria brisa que sai a todos a cariciam.
Queria ser calma, ou inquietante serena outrora revolta como as águas domar.
 Queria banha-me na deliciosa chuva de verão que quando cai desprende da terra um delicioso aroma inundando o ar.
Quisera eu, ser a aquele menino moleque travesso que sai correndo molhado pela água da chuva em plena rua para se deliciar.
Mas o que fazer pra você me aceita!
Não posso eu, correr...
Não posso eu, muito fazer.
Estão presentes Com o tempo, a quietude o comodismo o desgaste.
 Posso eu, me molhar!
Não como acriança que corre cheia de virgo e inquietação.
Sei que tem um berço para me e para todos, acho que nem um é ou será rejeitado.
 É o braço da mãe terra que sempre estar pronta para receber os filhos dela e do infinito deste universo tão majestoso.
O planeta é como um grão de areia para o universo.
 Como eu sou um átomo, ou uma molécula para o planeta.
A brigada mãe terra adorável por me aceitar.
Eunice prado 01072013




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