O que, mais
mim dói!
É saber de tua existência, ver e não poder
tocar-te. É o mesmo que come sem sentir o paladar. Como poderia eu, andar na
chuva e não molhar-me? Seria muito ruim ver a beleza da rosa não sentir o seu
perfume ou não acaricia-la.
O que, mas
me dói! É ver você partir, é saber que tem o esplendor
sol e não poder usufruir. E ver a verde relva dos campos molhada pelo o orvalho
das noites de inverno, e não poder deleitar-se.
O que, mas
me dói! É ver as rosas se a abrirem nas manhãs de primavera, em uma
manifestação de gratidão ao novo dia que se inicia; E não podê-las colher.
O que, mas
me dói! É a certeza da incerteza que nos assusta durante toda a existência.
É como presenciar o raiar do sol de outro dia, e não poder sorrir... É o mesmo
que deixar de existir.
O que, mais me dói! É ver que
tem pessoas que não valoriza, à vida. Ou
parece que simplesmente desejava negar o seu próprio existir.
É o que mais
me dói! É ver o desamor entre as pessoas. A falta de caráter dê
compromisso, a falta dê altivez o descaso de um todo, o desalento da alma.
O que, mas
me dói! É não poder ter poder para tentar mudar muita
coisa ou mudar nada. É saber que somos todos obrigados a partir deste belo
paraíso e viaja neste cume inesgotável sem saber o verdadeiro sentido.
O que, mas
me dói! É não saber se voltaremos a nos encontramos, por isso cada
segundo junto de quem amamos é o que é mais importante. Ou se, juntos poderíamos
contar todos os plasmas brilhante, que chamamos de estrelas, ou se poderemos
viajar em uma calda de cometa e comtempla imensidão que há.
O que, mas
me dói! Éter que deixa você. É saber que, quem, mas nós amamos, e por
eles que somos desprezados. É querer sabe e tentar a perder. ““ E,” “ Embora tenhamos uma longa vida, más é
na hora da partida, é termos a integra consciência, e saber que por, mas que
tenhamos tentado, saibamos que não sabemos de nada”.” Isso sim, é o que, más me
dói.” Eunice prado 08072013
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