Eu brinquei com tempo, no vento que me
arrastava.
Eu peguei no vento
a traves das folhas a se balançavam.
Eu vi o
tempo, através da retina dos meus olhos;
Na
metamorfose dos seres.
Das crianças
que sentava...
Engatinhavam,
corriam, cresciam e
Madureciam.
E logo, logo envelheciam.
Eu corri no
vento;
Eu galopei
veloz pelo o tempo.
Sem presta
atenção na transformação.
O tempo...
Que passava.
E o vento...
Que os meus
cabelos soltos...
Que os embaraçavam
e fizera...
E enquanto meus cabelos embranqueciam.
A chuva me molhava o vento me secava.
E de, pois o
vento e o tempo desapareciam. Com o passar do tempo!
O tempo passou, e não, mais voltou.
Hoje, dos
dois, só mente o vento é quem me acaricia.
O tempo?
Não me abandonou.
Arrasta-me,
ate chegar o momento final.
Eunice prado
2012-12-28
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