Tu não compreendes
o meu dilema.
Ontem as rosas
eram cálidas,
E foram botões,
mas não resistiram...
E com o passar do tempo oS...
O incandescente brilho,
Fresco e o aroma se foram.
A necessidade de continuar.
Mas ela não tem,
mas a robustez.
Agora a roseira
a penas dobra-se...
Ate as leves
rajada do vento.
E ao poucos...
Esvai-se...
Tenta firma-se, mas o
tempo é como patíbulo.
Então só lhe resta...
Eunice prado
2012-12-29
Nenhum comentário:
Postar um comentário