sábado, 29 de dezembro de 2012

TUDO PASSA


Tu não compreendes
 o meu dilema.

Ontem as rosas
eram cálidas,
 E foram botões, 
mas não resistiram... 

E com o passar do tempo oS...
 O incandescente brilho,
 Fresco e o aroma se foram.

A necessidade de continuar.
Mas ela não tem, 
mas a robustez. 

 Agora a roseira 
a penas dobra-se...

 Ate as leves 
rajada do vento.

 E ao poucos...

 Esvai-se...
Tenta firma-se, mas o
 tempo é como patíbulo.

Então só lhe resta... 

Eunice prado
2012-12-29

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