Calada, silenciosa ela se aproxima.
Seu terno manto nos envolve.
O frescor da brisa nos acaricia.
E com o perfume das flore anos deliciarmos.
Outrora para nós
ela torna-se lúdica.
Terna acolhe-nos,
em seu afável colo.
Envolvendo-nos com sua magia.
Somos enfeitiçados inebriados e deliramos.
A momentos que fechamos o cume calmo dos nossos olhos.
E viajamos para
uma vastidão desconhecida.
Perdermo-nos de nós mesmo.
Agora, Fagulhas de pensamentos se vivenciam em nossa
mente.
Faze-nos crer que é real aquele momento.
Mas quando sentimos
que ela nós abandonou.
Delatam-se as
nossas pupilas rapidamente.
A calada dama retira-se e deixa-nos com os nossos delírios.
Eunice prado 22 6 2013
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