A
grande dama.
Calada
não nos fala nada.
Mas
mostra-se Intrépida, destemida,
“desnuda”.
Sempre oposta à vontade de
tudo ou de todos;
Silenciosa a cumprir sua...
Às vezes com um, furou
como uma chuva de prata ela se apresenta.
Ou simplesmente calma e tristonha meia à
escondida.
Outrora deslumbrante com o seu mato salpicado
de estrelas.
A esperar por seu amado que nunca a toca.
Flutuando a esmo seu amado em outras paragens
a esbanjar seu amor.
Saudosa a dama copiosamente
chora, más sempre ali à mesma.
Ó! Dama!
Tu que sempre inebrias a
todos.
Dando-lhes quietudes a uns;
E frenesi arrebatador a
outros.
Do meu leito vejo o teu clarão.
E a me vem à vontade de corre.
Simples desnuda de
preconceito,
Mas me acalmo em meu aconchego.
Pois tu sempre estás a bailotear pelo enorme
lançou azul...
Todos temos os nossos encantos.
Porem somente tu encanta a todos.
Não somos como tu que és repleta de esplendor!
Mas há alguém que também nós encantamos.
Embora vivemos só como tu.
Eunice prado 25062013
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